sexta-feira, 25 de maio de 2018

Gabinete de Adriano Sarney alerta para uso do número do telefone do deputado por golpista


 

O gabinete do deputado estadual Adriano Sarney (PV) informa a quem possa interessar que o número do telefone pessoal do parlamentar está sendo utilizado por um criminoso para aplicar golpes em redes sociais, especialmente Whatsapp. O golpista aproveita-se da boa-fé das pessoas, solicitando depósitos e/ou transferências para uma determinada conta corrente. Esclarecemos, portanto, que são falsas essas mensagens e que já estão sendo tomadas as medidas cabíveis junto à Polícia Civil e demais órgãos competentes.
Segue o comunicado:

"Não vamos encerrar o movimento tão cedo", diz presidente da Abcam


 

“A barra está pesada. A revolta [dos caminhoneiros] está grande e ninguém está querendo sair [da paralisação]", declarou presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros.

 
IMIRANTE.
BRASÍLIA - O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, disse hoje (25) não acreditar que os milhares de profissionais que desde a última segunda-feira (21) interditam parcialmente as estradas de quase todo o país voltem à normalidade nos próximos dois dias.
“Este final de semana vai ser para montarmos as estratégias que adotaremos a partir de segunda-feira. Na minha visão, não vamos encerrar o movimento tão cedo”, declarou Fonseca à Agência Brasil.
“A barra está pesada. A revolta [dos caminhoneiros] está grande e ninguém está querendo sair [da paralisação]. De hoje para segunda-feira eu vou tentar uma manifestação para resolver [o impasse], mas, para isso, eu vou ter que ter uma conversinha com o governo federal”, acrescentou o sindicalista.
Ontem (24), Fonseca deixou uma reunião no Palácio do Planalto enquanto ela estava em andamento. No encontro, nove das 11 entidades representativas do setor de transporte assinaram um acordo com o governo federal para tentar pôr fim à paralisação. Em troca do compromisso da Petrobras manter pelos próximos 30 dias o preço reduzido do óleo diesel nas refinarias e do governo estudar formas de baratear o preço dos combustíveis, as lideranças sindicais que assinaram o acordo prometeram suspender o movimento por 15 dias. A proposta foi recusada pela União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e pela Abcam, que representa cerca de 700 mil trabalhadores.
“Eu fui lá defender um único item que, a meu ver, é o principal: o fim da cobrança da alíquota do PIS/Cofins e da Cide sobre o óleo diesel”, pontuou o presidente da Abcam, classificando outros pontos da pauta de negociação, como a suspensão da cobrança do pedágio sobre o eixo suspenso, como uma “esmola para caminhoneiros”.
Em nota, a Abcam repudiou o acordo assinado. “Ao contrário de outras entidades que se dizem representantes da categoria, a Abcam, não trairá os caminhoneiros. Continuaremos firmes com pedido inicial: isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o diesel, publicada no Diário Oficial da União”.
Bloqueios continuam
Mesmo após o anúncio da assinatura do acordo, os caminhoneiros continuam mantendo os bloqueios nas estradas. A própria Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, esta manhã, que não tinha registradonenhuma desmobilização nas rodovias do país.
Alegando que ninguém aguenta mais a alta dos preços dos combustíveis no país, Fonseca reconheceu que o movimento vem contando com a simpatia de uma ampla parcela da opinião pública e dos formadores de opinião, mas que isso tende a mudar à medida que os reflexos da paralisação começarem a impactar o cotidiano da população.
“Quem inicialmente nos apoiou, amanhã vai nos acusar pela falta de alimentos, combustível, medicamentos…Queremos encerrar este movimento com o mesmo apoio da opinião pública e de todos que nos ajudaram e estamos trabalhando nesta linha, mas isso precisa ser uma coisa bem organizada e vamos ter que voltar a ter uma conversinha com o governo”, acrescentou Fonseca.
Há pouco, o presidente Michel Temer anunciou que acionou as forças de segurança para desbloquear as estradas e garantir “a livre circulação e o abastecimento”.

Wellington ameaça ir a justiça contra vantagens cedidas a caminhoneiros


O governador Wellington Dias (PT) se manifestou contra a proposta do Governo Federal de reduzir à zero a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-combustíveis). A  declaração gerou críticas da oposição, que o acusa de ser contra a redução no preço dos combustíveis. Em entrevista à CidadeVerde, ele esclarece à polêmica e diz que o fato de ser contra a proposta do presidente Michel Temer (MDB), não significa ser contrário à redução do preço da gasolina e diesel. Ele vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra a medida que diz ser inconstitucional.
Durante participação na Marcha dos Prefeitos, em Brasília, ele chegou a chamar à medida de “burra”. Segundo Wellington, desde o início da crise ele e os demais governadores buscaram o Governo Federal em busca de uma solução para o problema, que pudesse levar à redução no valor dos combustíveis. 
 “Desde o início nós afirmamos apoio e até a sugestão de propostas para redução do preço dos combustíveis. A única forma de reduzir o preço do combustível é através da Petrobras. Mas se pode dizer que uma empresa não vai aguentar sozinha fazer a redução. Então se apresentou a proposta de reduzir em R$ 0,25 centavos em relação ao preço de hoje. Isso por ano custa R$ 5 bilhões nas contas do governo. Esse dinheiro vem da arrecadação da própria Cide. Por isso, que se fala em “zerar”, mas não vai acabar com a Cide, propôs foi zerar. A receita feita fica para a própria área do combustível. Ela volta para o consumidor a partir do subsídio que o governo apresenta. Nisso nós temos acordo. O ponto é que o governo além do que precisa quer retirar outros R$ 2,3 bilhões de uma receita carimbada para manutenção de rodovias e então há divergências”, explicou.
 
Wellington Dias diz que há 15 dias os governadores já alertavam o presidente Michel Temer (MDB) para o risco de manifestações da categoria. Uma carta foi encaminhada alertando sobre o risco de caos no país, sem repsosta.
 
"Eu e todos os governadores apoiamos a iniciativa do governo para apresentar uma proposta como a de ontem voltada para o fim da greve dos caminhoneiros. Temos prejuízos no Piauí em áreas como o abastecimento, o transporta de carga, naquilo que vendemos e compramos e isso chegou a um limite que se não for dada solução poderemos chegar ao caos. Há necessidade de participação de todos. O que na prática os governadores se queixam é que mais ou menos há 15 dias  encaminhamos ao presidente uma carta onde alertamos da necessidade de junto encontramos uma sai da pela explosão de preços tanto de combustíveis como do gás. E a partir daí a meta era o debate, o outro é a preocupação também com o desemprego e  o emprego formal. São 27 milhões de brasileiro.Há a necessidade de uma forte intervenção", disse.
 
O fim da Cide passaria por uma mudança na Constituição Federal. O governador explica que não é isso que propõe a medidado Governo Federal.  "O governo não propôs acabar com a Cide porque para isso teria que alterar a constituição. Quando ele fala em zerar quer dizer uma coisa que é inteligente e parte da próprio objetivo dessa fonte de recurso. Criada na nossa constituição. Aquilo que é arrecadado é aplicado no subsídio para o preço do combustível nesse caso específico. Se forem arrecadados nesse ano R$8,3 milhões da Cide, o valor de R$ 2,3 milhões nos defendemos de não ser alterado, mas mantido pra a área de manutenção de transporte e da malha rodoviária. São 6 mil km de rodovias do Piauí com o programa aprovado ano passado, as obras já em andamento. Sobre isso não abrimos mão da manutenção dessa parte em separado”, disse.

 
Ele alerta para o aumento do frete e prejuízos para a população caso a medida do Governo Temer entre em vigor. “O governo anunciou que pelo recurso apresentado seria preciso de aproximadamente R$ 5 bilhões para o ano de 2018. A outra parte da Cide que fica coma União que vale a 71% da receita, mais ou menos 6 bilhões, se precisa de R$ 5 milhões e se tem R$ 6 milhões por que alterar a outra parte que é para manutenção das rodovias que ajuda a equilibrar o preço co frete. Se tiver rodovias esburacadas vamos ter um aumento do frete e não é o objetivo do governo. Esperamos pelo entendimento do governo. Mas se o governo vier a bloquear essa parte estamos dispostos a recorrer e nesse caso como é inconstitucional, porque é um artigo da constituição que nãos era cumprido, vamos ao Supremo. O ponto principal é apoiar medidas que possam acabar com a greve dos caminhoneiros e evitar o caos”, afirmou.

Por Lídia Brito
cidadeverde.

Ciro diz que caminhoneiros estão fazendo anarquia

O senador Ciro Nogueira admitiu nesta sexta-feira (25) que já está na hora da base aliada do governador Wellington Dias definir os nomes que vão compor a chapa majoritária. O Progressistas, por exemplo, defendem a permanência de Margarete Coelho no cargo de vice, além da natural reeleição de Ciro. O principal motivo, segundo o parlamentar, é que algumas pessoas serão preteridas e elas precisam se articular para não ficar de fora das eleições.
“Acho que já está na hora de saber com quem vamos poder contar. O problema é que algumas pessoas serão preteridas e elas precisam buscar outros cargos”, disse em entrevista à TV Cidade Verde.
Ciro voltou a garantir que seu partido estará ao lado do governador, mesmo que não indique a vaga de vice.  Já outras legendas, de acordo com ele, não expõem a mesma segurança. “O PP anunciou que, independente de ter a vice, estará com o governador, mas alguns partidos não estão dizendo”, afirmou.
A composição da chapa, segundo Ciro, deveria acontecer até o dia 20 de junho. O parlamentar defende que algum critério seja definido para que os nomes sejam escolhidos. “Ninguém é candidato de si próprio. Somos candidatos de uma base. Eu defendo que seja feito um critério para isso. A população não vai entender. Temos que explicar. Já tivemos eleições no Piauí que não respeitamos a vontade do eleitor e deu errado. Espero que a gente aprenda com nossos erros”, declarou, ressaltando que jamais tramou para tirar Themístocles Filho do caminho de Margarete, como afirmou o deputado Robert Rios em entrevista à TV Cidade Verde.
“O Themístocles é um grande amigo. Tramar contra o Themístocles? Não. A Margarete é a vice-governadora. A reivindicação do Themístocles é justa, assim como a do Progressistas”, frisou.
Lava-Jato
Citado nas delações dos executivos da J&F por suposto recebimento de vantagens indevidas pelo PP para apoiar a reeleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014 e não agir contra a ex-presidente no processo de impeachment, o senador disse que não existe acusações contra ele por recebimento de propina.
“Nem candidato eu era em 2014. A legislação permitia (doações). Naquela época todos os partidos procuraram. Tenho que enfrentar. Não existe acusação contra o Ciro de propina. Agora doação de campanha, espero que a população saiba separar”, ressaltou.
Foto: Yala Sena
Protesto de caminhoneiros
Para o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, o movimento deflagrado pelos caminhoneiros é justo, no entanto, a partir do momento que o governo acata as reivindicações e as estradas  não são liberadas, começa a virar anarquia. “É um movimento justo, fora isso agora é anarquia. Está afetando a população. É uma criança que deixa de ir pra escola e os serviços emergenciais parando. É um movimento justo, mas sem comando. As reivindicações foram atendidas, mas agora não podemos prejudicar o país como todo. Consequências graves podem acontecer e pessoas perderem a vida”, afirmou durante entrevista à TV Cidade Verde.
No começo da tarde, o presidente Michel Temer anunciou em rede nacional que convocou as forças federais para liberar as estradas. A decisão foi tomada após reunião no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que contou com a participação de ministros e do presidente.
"Quero anunciar um plano de segurança imediato para acionar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos governadores que façam o mesmo. Não vamos permitir que a população fique sem os gêneros de primeira necessidade, que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas e crianças fiquem sem escolas. Quem bloqueia estradas de maneira radical será responsabilizado. O governo tem, como tem sempre, a coragem de dialogar; agora terá coragem de usar sua autoridade em defesa do povo brasileiro”, disse.
Hérlon Moraes
cidadeverde.

“Se quisesse, Dino poderia reduzir preço dos combustíveis”, diz deputado Wellington


Parlamentar cita caso de 2016 e diz que comunista já adotou medida similar “para ajudar aliados políticos”
Ao solicitar coerência e atitude que deveriam ser típicos de um governador, o deputado estadual  Wellington do Curso (PSDB) cobrou de Flávio Dino (PCdoB) um posicionamento para reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como forma de diminuir o alto valor da gasolina no estado, assim como já o fez em outras oportunidades.
Sobre o assunto, o tucano deixou claro que sabe que a problemática atinge todo o Brasil, mas ressaltou que o momento exige atuação e não apenas lamentações.
“Sabemos que o Maranhão não é o único estado que enfrenta esse problema com a alta no preço dos combustíveis. Sabemos também que a questão depende de atos do Governo Federal. No entanto, ficar se lamentando ou jogando a culpa em nada ajudará a população maranhense. No final de 2016, Flávio Dino sancionou a Lei nº 10.542/2016 que aumentou as preços da gasolina, do etanol, tarifas de energia elétrica, internet, telefonia e TV por assinatura, a partir do reajuste de ICMS, tornando o combustível mais caro em todo Maranhão.  Eu votei contra esse projeto na Assembleia Legislativa. Vote contra porque não concordo com esses aumentos, sem justificativa. Se Flávio Dino quisesse, ele poderia reduzir o preço dos combustíveis, como fez em 2016, por meio do Decreto 31.535/2016, para ajudar aliados políticos. Atualmente, 26% do valor da gasolina são destinados ao imposto estadual, o que tem atingindo diretamente o bolso do trabalhador maranhense. Repense, Governador. Vossa Excelência fez isso em 2016. Pode fazer de novo. Dessa vez, pela população”, disse Wellington.

Casal é preso com cinco quilos de drogas em quitinete no bairro Tancredo Neves

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Fábio Oliveira/A Critica
O casal Josué Marques de Andrade, 21, e Susy Mayra Sá de Melo, 18, foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (23) com cinco quilos de drogas em uma quitinete na rua Dalva Oliveira, no bairro Tancredo Neves, Zona Leste de Manaus.
A prisão foi realizada por agentes da Secretaria Executiva Adjunta de Operações (Seaop), da SSP-AM. Segundo o tenente da Polícia Militar, Paulo Furtado, parte dos entorpecentes estava escondido no forro da quitinete e outra embaixo de um balde.
De acordo com o policial, o casal trabalha para um traficante da área conhecido como “Velasques”, que inclusive quase foi morto no bairro na noite de sábado. No dia do fato, um parente do traficante, um jovem de 15 anos, morreu com dois tiros. O casal foi apresentado no 14° Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Fifa divulga música oficial da Copa do Mundo da Rússia 2018

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Vitor Abdala - Agência Brasil
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) divulgou hoje (25) a música oficial da Copa do Mundo da Rússia 2018. A canção Live it Up é interpretada pelo cantor americano Nicky Jam, artista de origem dominicana e porto-riquenha cujas músicas são cantadas em espanhol.
A música também conta com a participação do ator e rapper americano Will Smith e da cantora kosovar de origem albanesa Era Istrefi. Live it Up tem trechos cantados em inglês e em espanhol.
Faltam 20 dias para a Copa do Mundo, que será aberta em 14 de junho, com um jogo entre Rússia e Arábia Saudita, às 12 horas (horário de Brasília), no estádio Luzhniki, em Moscou.